domingo, 7 de fevereiro de 2016

Brincar de polícia ou de bandido, o que é melhor para nossas crianças?


Venho acompanhando a polêmica de um ativista dos direitos humanos que questionou o fato dos policiais vestirem seus próprios filhos com a farda da corporação e vejo nesse posicionamento uma verdadeira inversão de valores. 

A Exibição de uma criança vestida com a farda da PM de São Paulo, publicada nas redes sociais com a mensagem “Boa Noite” e a hashtag #podeconfiarpmesp recebeu críticas de seguidores e de ativistas defensores do ECA, que classificaram a postagem como sendo uma violação ao artigo 232 do Estatuto da Criança e Adolescente. 

Muita acertada a mensagem da entidade que representa os policiais e bombeiros militares da Paraíba, em dizer que isso demonstra o fato dos pais estarem ensinando aos filhos o caminho do bem.

Ou será que no desfile cívico de 7 de setembro, quando os militares desfilam com seus filhos igualmente vestidos, também é motivo de constrangimento e vexame? 

Constrangimento e vexame, passamos vendo o erário público sendo dilapidado por essa cambada de hipócritas, que se dizem representantes do povo.

Gostaria de saber quantos defensores do ECA, questionaram quando fotos e vídeos de crianças usando drogas e fazendo apologia ao crime, foram divulgadas em redes sociais? Ou esse tipo de imagem não viola o 
artigo 232 do ECA, que diz: “Submeter criança ou adolescente sob sua autoridade, guarda ou vigilância a vexame ou a constrangimento”, pena de seis meses a dois anos de prisão.

Onde está o constrangimento ou vexame, em vestir meu filho como um profissional de segurança que defende a sociedade, que dar a vida em defesa dessa sociedade medíocre e hipocritamente facista?

A existência das Leis em uma sociedade civilizada dá-se para ser mantida a Ordem, o direito a propriedade privada, a vida, a dignidade humana, os direitos básicos de liberdade de ir e vir, e para evitarmos a anarquia.

As Leis devem existir para proteger o cidadão de bem, jamais o marginal. E quando um menor comete um crime não pode ser tratado como infrator da lei? (marginal).

A violência crescente em nosso país, é por conta de uma constituição criminosa que dá amplos poderes a um judiciário, que não pune o infrator no momento que este comete o delito. 

Exatamente, devido às brechas da lei, e quando o infrator é menor, tem a proteção desse famigerado é abominável ECA, que surgiu com a promulgação da lastimável constituição de 1988, onde a vitima de um crime e seus familiares passam, pelo frio desta constituição, a ser o infrator. 

Já o verdadeiro infrator, recebe toda segurança, amparo e proteção por parte do Estado. Numa total inversão de valores.

O alemão Willy Brandt, que lutou contra o Nazismo, falou certa vez: que "Permitir uma injustiça é abrir precedente para todas as outras que virão depois”.

Segundo a psicanalise, o indivíduo que atira contra um Policial é irrecuperável, é um individuo de alta periculosidade e capaz de tudo. Porque quando um bandido atira num policial, automaticamente está atirando na lei.

A questão é: até quando iremos esperar que a justiça e as Leis do Brasil mudem? Se na parte da manhã um marginal é preso pela polícia e na parte da tarde é liberado pela justiça, e quando solto comete algum crime hediondo, quem é o coautor por este crime? Acredito que seja a justiça por ter liberado fazendo cumprir a caduca lei.

Eu não tenho medo em defender isto, tenho medo sim, de me acovardar e ser conivente com o crescimento da violência em nosso estado, e por que não dizer em nosso país. Não nascemos para sermos escravos de marginais.

A sociedade necessita de homens que façam a limpeza no sistema. Nossa Polícia sempre foi respeitada, sempre foi nacionalmente reconhecida por sua força operante, por sua bravura, e não pode virar caça nas mãos de bandidos.

A Paraíba sempre foi conhecida por ser uma terra onde a última visão de um marginal é o solado de um coturno. O exemplo tem que ser dado!

Ensinar meu filho desde criança em que lado deve estar quando crescer, não é nenhum vexame. Ensinar meu filho que numa brincadeira de polícia e bandido ele deve ser o policial, não é constrangimento.

Não é vexame nem constrangimento dizer Viva a verdadeira Polícia do Brasil. Viva os verdadeiros guerreiros combatentes da Polícia Militar da Paraíba .

E tenho dito.







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