sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Empresário é preso suspeito de fraudes na negociação de veículos em João Pessoa

A Polícia Civil prendeu, nesta sexta-feira (19), o empresário Orlando Villarim Meira Filho, 45 anos, suspeito de, junto com o seu sócio Igor de Lima Barbosa, 36 anos, causar um prejuízo de mais de R$ 1 milhão às pessoas que negociaram compra e venda de veículos com eles, segundo estimativa da Delegacia de Defraudações e Falsificações (DDF) da Capital. Os dois estão sendo investigados desde 2013 e na manhã dessa sexta feira a 1ª Vara Criminal de João Pessoa expediu os mandados de prisão contra os suspeitos. Igor está foragido.
Orlando Villarim foi preso em uma concessionária localizada na BR 230, próximo ao acesso à praia do Bessa, o que para a polícia mostra que ele continuava aplicando os golpes mesmo sabendo que estava sendo procurado pelas vítimas. “As fraudes que ele e o sócio praticavam consistem no descumprimento das negociações, firmadas sem nenhuma documentação usando informações falsas com emissão de cheques fraudados, adulteração e falsificação de documentos públicos para financiamento de veículos de forma criminosa”, explicou o delegado da DDF de João Pessoa, Lucas Sá.
As investigações mostram que os suspeitos agiam há pelo menos três anos na Região Metropolitana de João Pessoa negociando veículos de forma fraudulenta. Para não levantar suspeita da prática criminosa os suspeitos abriram uma empresa e quando as vítimas desconfiaram do golpe eles fecharam e saíram do Estado, só retornando dois anos depois.
Orlando Villarim já responde a seis processos judiciais. O sócio dele Igor Lima, que está foragido, responde a sete processos, todos relacionados à negociação de veículos. Os dois ainda são investigados em mais três inquéritos instaurados pela Delegacia de Defraudações e Falsificações.
A Polícia Civil orienta que as vítimas dos suspeitos procurem a DDF para que eles respondam pelos crimes praticados. Já as informações sobre o paradeiro de Igor Lima podem ser feitas para o número 197, Disque Denúncia da Secretaria da Segurança e da Defesa Social (SEDS). A pessoa não precisa se identificar, o sigilo é garantido e todas as informações serão investigadas.








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